Festa Junina na China!
Ontem, dia de Santo Antônio, foi a Festa Junina da comunidade brasileira aqui em Beijing, realizada pelo Brapeq. Adorei! Deu para matar um pouquinho a saudade de casa. De todas as festividades brasileiras, a Festa Junina é a que eu mais gosto! Salgadinhos, docinhos típicos e até caipirinha fizeram parte do cardápio! Tinha coxinha, quibe, arroz-doce, brigadeiro (adoro!), cajuzinho, chup-chup... Para animar o pessoal muito jogos e brincadeiras. Dança da cadeira, corrida com ovo na colher, quadrilha e até casamento. O lugar ficou cheio de brasileiros, chineses e estrangeiros curtindo a festa e tentando entender o porquê algumas mulheres estavam com uma bola vermelha nas bochechas com pintinhas pretas e alguns homens com remendos nas calças. Ah! Teve até concurso de melhor roupa e correio elegante! O pessoal do Brapeq está de parabéns! Brazilian Party ou Festa Junina? heheheh 
Eba!!! 
No começo não tinha muita gente, mas depois ficou lotado! 
Moacyr e Cris, meu pupilo 
Concurso de melhor roupa 
Eu e um caipira 
Eu e uma capirinha chinesa linda 
Escrito por Lúcia A. às 01h05
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Ahhh!!! Beijing é a 26a cidade mais cara do mundo
De acordo com a consultoria de recursos humanos ECA Internacional, Beijing, Shanghai e Hong Kong estão entre as 50 cidades mais caras do mundo. A capital chinesa foi classificada como a 26a cidade mais cara do mundo, após ficar em 104o lugar no ano passado. Shanghai e Hong Kong estão atualmente no 28o e 29o lugar, sendo que no ano passado ocuparam o 111o e 98o lugar, respectivamente. Luanda, capital de Angola, é a cidade com os custos de sobrevivência mais caros do mundo, enquanto Tóquio, capital japonesa, ocupa o segundo lugar. Cingapura, um estado-cidade, é a décima colocada no ranking de cidades mais caras da Ásia e ocupa o 72o lugar no ranking mundial. O custo de vida na Ásia se tornou mais caro, já que Europa e Estados Unidos estão sofrendo com a recessão, explicou a ECA Internacional, que realiza pesquisa do custo de vida duas vezes por ano, comparando um conjunto de produtos e serviços comprados pelo consumidor em mais de 370 cidades no mundo todo. Fonte: Agência de Notícias Xinhua * * * * Bom, que Luanda é a cidade mais cara do mundo eu já sabia. Lembro de um blogueiro, que já tinha ido à capital angolana diversas vezes, comentando sobre uma vaga para professor universitário em Luanda com salário de US$ 2,5 mil. Ele dizia que com isso era impossível viver na cidade, mesmo na periferia, mesmo dividindo apartamento e comendo mal. Uau! Mas Beijing subir quase 80 posições em um ano eu achei demais. Eu que morei aqui quando a cidade estava em 104o lugar e que moro agora (no 26o lugar) digo que acho que as coisas aumentaram um pouquinho de preço sim, principalmente depois das Olimpíadas, mas nenhum absurdo. Aliás, preço de aluguel (uma das coisas caras daqui) diminuiu. Talvez o "conjunto de produtos e serviços comprados pelo consumidor" não faça parte da minha rotina.
Escrito por Lúcia A. às 02h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Aprendendo todos os dias
É incrível a paciência do meu professor de Tai Chi Chuan. Aliás, a paciência dos chineses em geral. Fico admirada. Durante a aula, o professor faz o mesmo movimento umas 10 vezes e, quando eu vou fazer sozinha, ainda consigo errar. Não tenho coordenação, ora esqueço o movimento das pernas, ora dos braços, deixo as mãos um pouco inclinadas demais (ou de menos), os dedos curvados quando devem estar retos e retos quando têm que ficar curvados. Enfim, um desastre. E o professor vai lá, com aqueles mais de 80 anos vendo, vivendo e respirando tai chi chuan e me corrige calmamente, diz que devagarzinho eu vou melhorar. Está sendo muito bom praticar tai chi, mas melhor ainda aprender a ter paciência. Eu, se fosse o professor, já teria me mandado para aquele lugar. É... tenho muito a aprender.
Escrito por Lúcia A. às 02h06
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Menos, Lúcia, menos!
Pois é, pessoal... já falei que é só eu colocar o pé na rua que as pessoas ficam olhando para mim. E não só olhando. Apontando, cutucando, comentando (não tão baixinho): "Laowai"(gringa), "kan kan Laowai"(olha, olha, gringa). Alguns dias que eu não estou muito de bom humor me incomoda um pouco. Mas nas outras 95% das vezes eu acho engraçado, mando beijos e dou tchauzinho. Muitas vezes, tem um grupo de chineses sentados e um começa a cutucar o outro e apontar para mim e, antes que falem qualquer coisa, sou eu que digo bem alto: "laowai!" e é a maior gargalhada das duas partes. Bom, mas tudo isso para dizer que às vezes (às vezes!) eu sou a atração do lugar. As pessoas ficam me secando, encarando, tentando entender esses olhos redondos e... pedem para tirar fotos. Sempre que vou na Cidade Proibida é uma festa! Já chegaram até a fazer uma pequena fila para esperar a vez e tirar foto comigo. :) Acho que o recorde foi quando eu fui na muralha com uma bandeira do Brasil. Afff... Eu nem conseguia andar que já vinha um chinês, me abraçava e queria registrar o momento. Lembro que eu tive que guardar a bandeira, abaixar a cabeça e andar rapidinho. Eu não contei, mas com certeza mais de 10 ou 15 pessoas tiraram foto comigo (e com a bandeira, claro). Só que teve um dia... Ah... essas coisas sempre acontecem para mostrar que a gente não tá tão assim com a bola toda... Um dia, eu pedi para um chinês tirar uma foto minha (com a minha máquina). Depois, ele fez um sinal com a mão e eu tinha entendido que ele queria uma foto minha com ele. Fui ao seu lado e já comecei a arrumar o cabelo, quando ele explicou que não queria uma foto comigo, mas queria que eu tirasse uma foto dele. Afff... tooommaaaa! Eu lembrei disso quando estava andando na frente da Cidade Proibida outro dia. Uma chinesa pediu para tirar 3 fotos comigo! Na primeira, ela me abraçou inteira, como se eu fosse um urso de peLÚCIA. Na segunda e terceira vezes, ela segurou na minha mão (como se fosse namorado). Aí, eu não resisti, né... Pedi para tirar uma foto com ela também, mas foi a que ela foi mais "light", só um abraço de leve. Mas eu ainda faço sucesso aqui! Eu me senti famosa: todo mundo queria uma foto comigo (e com a bandeira, claro) 
A terceira foto foi a mais light: antes ela tinha achado que eu era um urso de peLÚCIA 
Escrito por Lúcia A. às 11h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
巴西战舞
Hoje, domingo, terminei um curso de dois dias de yoga. Não, não gostei. Já tinha feito umas aulas no Brasil e não tinha gostado. Mas este mês vou fazer tudo para ficar bem comigo mesma (olha que bonito!) e acho que yoga vai me ajudar a alcançar esse objetivo. Depois da aula fui andar por Sanlitum. De repente (não mais do que de repente), escutei um som familiar. Aliás, um som que eu gosto muitíssimo... BERIMBAU!!! Aqui na China! Saí correndo, parecendo uma despesperada, e fui ao encontro daquele que é um dos instrumentos de percussão que eu mais gosto. Qual foi a minha surpresa quando dou de cara com uma roda de capoeira! Que emoção! Que lindo! Eu me senti em casa. Lá numa cidadezinha do interiorrrr de São Paulo, chamada Campinas, eu passava quase todas as manhãs de sábado no Centro de Convivência, me deliciando na Feira Hippie (A-DO-RO) e sempre parava para admirar as apresentações de capoeira. Ficava horas (horas não, vai, mas ficava um tempo) observando a mistura de dança e luta com aquela música linda. Aliás, é isso mesmo que significa "capoeira" em chinês 战 (zhan - luta) + 舞 (wu - dança) = 战舞 (zhanwu - capoeira). Legal, né? Depois que acabou a apresentação, fui falar com o pessoal (claaaro) e perguntei: "Quem aqui é brasileiro?" (parênteses: meu! Não dá para saber que é brasileiro! Na roda estavam dois negros, um moço mestiço, um loiro de olhos azuis, um chinês, uma moça branca de cabelos pretos... qualquer um deles - ou todos - poderiam ser brasileiros). Aí o moço alto, loiro de olhos claros vira e fala com um sotaque absurdo: - Êú sôúúú brrrazzilhêirú. hahaahah Sei, sei... O cara era da Austrália e achou que iria me enganar com aquele sotaque. No fim, NENHUM brasileiro na roda de capoeira! Preciso dar um jeito nisso! Estou pensando em fazer uma aula! Tudo pelo meu bem-estar mental, claro! :) Capoeira em Beijing! 
Até que eles tinham ginga, viu! 
O "brasileiro" 
Escrito por Lúcia A. às 10h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
1a aula de Tai Chi Chuan
Hoje foi a primeira aula de Tai Chi Chuan que fiz aqui pertinho de casa. Eu já tinha feito duas aulas em um parque, mas não gostei muito do professor, muito sem paciência e um pouco abusado. Chinês pagava 200 yuans para ter aula e ocidental quase 2 mil. :) Pior que é sério! Resolvi não continuar. Além disso, tinha achado o exercício um tanto quanto parado. Resolvi tentar mais uma vez... Marquei com o professor às 7h (da manhã!) aqui na frente do prédio. Desci 6h50 (da manhã!) e o homem já tava lá, alongando e colocando as palmas da mão quase inteiras no chão com as pernas esticadas (nunca nem consegui escostar os dedos!). Ao seu lado estava a "airen" ("pessoa amada", sua esposa) muito simpática e sorridente. O Wang Laoshi (professor Wang) falou uns 10 min sem parar (em chinês) e eu não entendi praticamente nenhuma palavra, mas achei muito indelicado interromper e dizer que não estava compreendendo absolutamente nada. Para não falar nada, vez ou outra entendia "mão", "pé", "devagar", essas coisas básicas que qualquer pessoa que está num lugar há 1 mês aprende. De repente, a esposa interrompe e diz: - Lulu, você tá entendendo o que ele está explicando? E eu: - Então... mais ou menos. Entendo uma ou outra palavra. Ela, superestimando a minha capacidade de saber chinês: - Mas dá para entender o contexto, né? Eu, sem muita saída: - É... dá mais ou menos. Bom, não entendi nem o contexto e nem metade das palavras, mas depois fui copiando o que o professor fazia e acho que até não fui muito mal. Mas não é tão simples como parece. Tem jeito e tempo certo para tudo: levantar os braços, as mãos, os dedos, flexionar a perna e mexer o pé.
No final, muitos alunos da turma das 7h30 ficaram observando a estrangeira desajeitada tentando fazer o que eles estão acostumados desde que nasceram. Todos os dias, dezenas de avós ficam com seus netinhos de colo observando o grupo se exercitar. Mas foi ótimo, viu! Incrível como esses rápidos 30 minutos fizeram toda a diferença no meu dia. Fiquei muito mais disposta. Adorei! Terça-feira tem mais.
Escrito por Lúcia A. às 10h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Obrigada!
Pessoal, eu não escrevi no post anterior, mas gostaria de agradecer todos os recados e emails de apoio, solidariedade e carinho que vocês mandaram para mim. Com certeza me ajudou a superar a situação chata e a seguir em frente! Hoje tive a primeira aula de Tai Chi! Adorei! Só que esse é assunto para um outro post... Muitos beijings e obrigada. Lúcia
Escrito por Lúcia A. às 09h57
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Vou começar Tai Chi --> Diálogo inteirinho em chinês!
Bom, não deu certo de fazer o curso de relaxamento... vamos a alternativas! Seguindo conselhos de muitos amigos, daqui, do Brasil, de leitores... resolvi começar Tai Chi Chuan, mistura de arte marcial chinesa com alongamento, relaxamento. Para falar a verdade, eu já fiz duas aulas aqui e não gostei muito... Devagar demais para o meu gosto. Mas decidi começar e continuar desta vez. Acho que isso vai me ajudar a relaxar, acalmar. Todos os dias de manhã, a partir das 7h30, uns 30 idosos se encontram no pátio do meu prédio para praticar Tai Chi. Um senhor, de uns 80 anos e com mais flexibilidade do que qualquer pessoa que eu já vi, vai na frente do grupo, liderando os movimentos. Fazia tempo que eu queria conversar com ele, ver se ele poderia me dar umas orientações ou até indicar escolas... Hoje estava saindo do meu prédio e vejo o professor sentado num banquinho, lendo jornal: (tudo em chinês) - Olá, com licença. É o senhor que dá aulas de Tai Chi Chuan todos os dias aqui de manhã? Ele, rindo, muito feliz: - Sim, sou eu. Onde você mora? - Sou brasileira. - Não, não. Eu perguntei em qual prédio você mora. Comecei bem! heheheh - Ah, desculpe. Moro naquele ali atrás. - Sei, sei. - Então, gostaria de saber se o senhor conhece alguma escola de Tai Chi aqui por perto ou se poderia me ensinar um pouquinho umas duas vezes por semana. - Eu posso ensinar você sim, sem problema. - Pode ser antes da sua aula? Por volta da 7h é muito cedo para o senhor? - Pode ser sim, tudo bem. - Ah, que ótimo! Podemos começar amanhã? - Podemos sim. - Tá. E quanto o senhor cobra por aula? - Não vou cobrar nada não. - Como assim? O senhor tem que cobrar sim. Vai dar aula, trabalhar. - Não, não vou cobrar nada. Nos encontramos amanhã às 7h. - Bom, o senhor pensa quanto vai custar e depois me fala, hein. - Já falei que não vou cobrar nada, estrangeira! Nos encontramos amanhã. - Tá bem, muito obrigada. Até amanhã. E é isso... vou ter aula com um professor particular, com muita experiência e de graça... Só na China mesmo!
Escrito por Lúcia A. às 11h10
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A difícil e triste tarefa de ser mulher brasileira
Falei que ando um pouco cansada, estressada e hoje resolvi fazer um curso de relaxamento de corpo e mente. Era em um lugar que eu sempre quis ir, aqui em Beijing, que oferece diversos cursos, quase todos ministrados por estrangeiros. Atravessei a cidade animadinha para conhecer esse lugar, no meio de hutongs. Cheguei lá quase 1 hora antes, toquei a campainha uma vez e uma mulher, Americana, logo abriu a porta. Entrei e lá estavam uma Chinesa e dois homens, todos muito simpáticos. Vamos chamá-los de Australiano 1 e 2. A Americana é casada com o Australiano 2. Sentei e logo começou o papo: Australiano 1: É a primeira vez que você vem aqui? Eu: sim, sim. É a primeira vez. Sempre quis conhecer este lugar. Tem um monte de curso que eu quero fazer. Australiano 1: Ah, que legal. Americana: E você faz o que aqui em Beijing? Eu: Eu trabalho em uma agência de notícias. Australiano 2: Faz quanto tempo que você tá aqui? Eu: Faz quase 1 ano e meio. Australiano 1: De onde você é? Eu: Brasil. Australiano 1, falou em português perfeito: Brasil??? Eu amo o Brasil. Morei no Brasil quase 1 ano. Eu: Nossa, que legal! Seu português é perfeito! Australiano 1, falando perfeitamente: Ah, imagina. Eu não falo tanto assim. Mas eu adoro o Brasil, a galera, o mar. E, claro, a mulher brasileira, que é a melhor coisa que existe. Samba, biquíni... muito bom. Eu, séria e tentando mudar de assunto : É você que vai dar o curso de relaxamento? Australiano 1: Não, não. É ele (apontou para o Australiano 2). Australiano 2, falando português: Eu também adoro o Brasil. Fiquei 6 meses lá. Americana, antes simpática e sorridente, disse séria: As mulheres brasileiras são perigosas. Eu, séria: Bom, falta quase 1h para o início do curso, né... Vou dar uma volta aqui por perto e já volto. Todo mundo: Tá certo. Até mais Fui dar uma volta, explorar a área e quando faltava uns 10 min para começar o curso, toco a campainha uma vez. Ninguém atende. Segunda vez, ninguém atende. Vejo uma pessoa olhando rapidamente na janela. "Ah, não devem ter me visto", penso. Toco a campainha pela terceira vez. Nada. Grito, berro, bato na porta (olha a vontade que eu tava de ir nesse curso). Nada. Ligo e a chinesa, educada, atende. Eu disse que estava na porta. A Americana abre e diz, ríspida: Americana: Não vai mais ter aula hoje. Assim que ela abriu a porta eu pude ver que todos estavam sentados numa mesa ao lado da entrada. Ou seja: IMPOSSÍVEL não terem me escutado. Eu: Vocês não ouviram eu tocando a campainha? Gritando? Americana: Não. E eu já disse que não vai mais ter aula hoje. É óbvio que ela não me queria ali. E óbvio porque eu era brasileira. Não tem outra explicação. Foi muito humilhante. Fiquei absurdamente chateada. O que será que essa mulher pensou?
Eu não gostaria de dividir essa situação constrangedora com ninguém, mas acho importante mostrar a imagem que passamos do nosso país. Não é fácil ser mulher brasileira. Eu já passei por cada uma... não gosto nem de lembrar.
Não tenho a pretensão de mudar o mundo, mas acho que cada um pode fazer a sua parte. É muito triste e humilhante passar por situações como essa. Ainda bem que os chineses são maravilhosos... nunca nenhum chinês me desrespeitou por eu ser brasileira. Agora, os estrangeiros - pelo menos muitos dos que eu conheci... tratam mulher brasileira da pior maneira possível.
Escrito por Lúcia A. às 10h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Chineses loiros - Tá na moda!
Já viu chinês loiro? Pois aqui em Beijing tá na moda. De uns meses para cá os cabelos claros se multiplicaram, principalmente em jovens. As primeiras vezes que eu vi achei bem estranho, mas agora acostumei. Até acho bem simpático. Dá uma mudada, né... Aliás, parece estar cada vez mais difícil encontrar chinês com o cabelo preto e liso. Fios castanhos, encaracolados e até crespos são bem mais populares. Custa uma fortuuuna. Cerca de 600 yuans (uns 200 reais) em um lugar comum para mudar o visual. Vai aí? 



Escrito por Lúcia A. às 04h03
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Entrevista com Lula na China - fresquinha
A visita do presidente Lula foi há algumas semanas, mas só ontem à noite a CCTV, televisão estatal da China, passou a entrevista que foi feita aqui em Beijing. São mais de 40 min, mas vale a pena. Só achei um pouco exagero os 13 min iniciais falando apenas de futebol. Eu sei que futebol é assunto importante para os brasileiros, mas mais de um quarto da entrevista só com isso achei muita coisa. Também tem umas (pequenas) partes em chinês. Assim vocês podem ter uma ideia mais clara da pronúncia e dos caracteres dessa língua (quase) impossível. Se vocês prestarem atenção (muita atenção!) podem escutar BAXI (巴西 - Brasil) várias vezes. Confira em: http://space.tv.cctv.com/video/VIDE1243776065623550
Escrito por Lúcia A. às 04h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
|

|
|
Meu perfil
Lúcia A., formada em Letras, especialista em Comunicação e escritora!
Foi trabalhar em Beijing, na China, e não sabe quando (e se!) volta ao Brasil. Escreve sobre suas descobertas, aventuras e outras coisinhas mais neste espaço.
e-mail: lunachina@uol.com.br
Meu humor
Histórico
Outros sites

|
|